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As mortes mais misteriosas de astros de Hollywood

Enviado: Qui Dez 19, 2013 02:29
por Parallax
Quatro anos após a morte de Brittany Murphy, um novo laudo requerido pelo pai da atriz aponta para envenenamento como causa de seu falecimento. A nova evidência torna ainda mais complicado um caso que já era misterioso. Isto porque, seis meses depois de sua morte, o marido de Brittany também foi encontrado morto.

Mas este não é o único caso de mortes entre celebridades que parece ter saído das páginas de um mirabolante livro policial. Conheça abaixo algumas das histórias mais famosas.

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Um dos maiores astros do cinema mudo, Thomas Ince estava a bordo do barco do milionário William Randolph Heart quando começou a passar mal. Foi levado de volta à terra, mas quatro dias depois morreu, em novembro de 1924. Rumores dão conta de que ele teria sido assassinado. Uma das histórias mais contadas diz que Hearst teria encontrado sua amante junto com Charlie Chaplin, que também estava no barco. Ince ouviu a gritaria da briga, correu para lá, e tomou acidentalmente um tiro de Heasrt, que intencionava matar Chaplin.

Contudo as investigações policiais foram silenciadas e duraram pouco tempo, assim como nunca se ouviram os depoimentos dos ilustres convidados do iate naquele fim-de-semana. Promoções de trabalho, invulgares e súbitas, foram feitas a alguns dos convidados depois do acidente. Este episódio é relatado no filme "O Miado do Gato" de Peter Bogdanovich.


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Em 1922, o ator e diretor William Desmond Taylor foi encontrado morto com um tiro nas costas em sua casa em Hollywood. Mas o culpado nunca foi encontrado.

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Elizabeth Short tinha 22 anos quando foi brutalmente assassinada em 1947. Seu corpo foi encontrado mutilado e esquartejado em um terreno baldio na cidade de Los Angeles. O crime ficou eternizado não apenas pela brutalidade, mas principalmente por permanecer até hoje sem solução.

A história do crime inspirou, entre outros, o filme The Black Dahlia (direção: Brian De Palma) de 2006, uma adaptação do romance homônimo do escritor James Ellroy.

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George Reeves, famoso como Superman nos anos 1950, teria se matado em junho de 1959. Mas a família nunca se convenceu pela versão de suicídio, e muitos apontaram para a esposa dele na época, que teria puxado o gatilho.

A hipótese de suicídio baseava-se no fato de que o cancelamento da série As Aventuras do Super-Homem, em 1958, teria deixado-o deprimido por não conseguir outros trabalhos, haja vista que sua imagem estaria fortemente associada ao personagem. Já a hipótese de assassinato era em razão dos rumores de um relacionamento amoroso com a esposa de um chefão de estúdio.

A investigação da polícia chegou à conclusão de que o ator cometera suicídio. Porém, para os amigos do ator, a sua morte estava diretamente ligada ao romance que Reeves manteve, durante anos, com Toni Mannix, que era casada com E.J. Mannix, até então um dos executivos mais poderosos da Metro-Goldwyn-Mayer. A hipótese de assassinato nunca foi provada.

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A morte de Marilyn Monroe foi tratada como um suicídio em 1962, após a atriz entrar em coma por overdose de remédios, mas sempre houveram diversas especulações sobre o real cenário em que estes remédios foram tomados.

Algumas teorias de conspiração envolveu ciúmes de John Kennedy por uma traição de Monroe com Robert Kennedy, enquanto outras teorias sugerem seu envolvimento com a máfia. Foi relatado que o presidente Kennedy foi a última pessoa a falar com Monroe.

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Bob Crane, famoso pelo seriado Hogan's Heroes nos anos 1960, foi espancado até a morte em seu apartamento em 1978. O principal suspeito era seu amigo John Henry Carpenter, que nunca foi preso por falta de provas.

A história foi contada no filme Auto Focus de 2002.

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A versão oficial para a morte de Bruce Lee é bastante incomum. Ele tomou um relaxante muscular para uma dor de cabeça, foi tirar uma soneca e nunca mais acordou. É claro que a família não aceitou muito bem a versão.

Em 10 de Maio de 1973, Lee desmaiou no estúdio Golden Harvest, enquanto fazia o trabalho de dublagem para o filme Operação Dragão. Ele sofreu convulsões e dores de cabeça e foi imediatamente levado para um hospital de Hong Kong, onde os médicos diagnosticaram edema cerebral. Eles foram capazes de reduzir o inchaço com a administração de manitol. Esses mesmos sintomas que ocorreram em seu primeiro colapso depois foram repetidos no dia da sua morte.

Em 20 de julho de 1973, Lee foi a Hong Kong, para um jantar com o ex-James Bond George Lazenby, com quem pretendia fazer um filme. Segundo sua esposa, Linda Lee, Lee encontrou o produtor Raymond Chow às 2 da tarde em casa, para discutir a realização do filme Jogo da Morte. Eles trabalharam até as 4 da tarde e depois dirigiram juntos para a casa da colega Lee Betty Ting, uma atriz de Taiwan. Os três passaram o script em casa e, em seguida Chow se retirou.

Mais tarde, Lee se queixou de uma dor de cabeça, e Ting deu-lhe um analgésico, Equagesic, que incluía aspirina e um relaxante muscular. Cerca de 7:30 da noite, foi se deitar para dormir. Quando Lee não apareceu para jantar, Chow chegou ao apartamento, mas não viu Lee acordado. Um médico foi chamado, que passou dez minutos tentando reanimá-lo antes de enviá-lo de ambulância ao hospital. Lee foi dado como morto no momento em que chegou ao hospital.

Não houve lesão externa visível, porém de acordo com relatórios da autópsia, o seu cérebro tinha inchado consideravelmente, passando de 1.400 a 1.575 gramas (um aumento de 13%). Lee tinha 32 anos. A única substância encontrada durante a autópsia foi Equagesic. Em 15 de outubro de 2005, Chow declarou em uma entrevista que Lee morreu de Anafilaxia ao relaxante muscular "Equagesic", que ele descreveu como um ingrediente comum em analgésicos. Quando os médicos anunciaram a morte de Lee oficialmente, o país considerou uma enorme "desgraça".

A controvérsia ocorreu quando o Dr. Don Langford, que foi médico pessoal de Lee em Hong Kong e o havia tratado durante seu primeiro colapso acreditava que o "Equagesic não foi envolvido de modo algum no primeiro colapso de Bruce." Também foi levantada a hipótese de reacção alérgica à haxixe como possível causa da morte.

No entanto o professor RD Teare, um cientista forense da Scotland Yard que supervisionou mais de 1000 autópsias, foi o perito superior designado para o caso Lee. Sua conclusão foi que a morte foi causada por um edema cerebral agudo devido a uma reação aos compostos presentes na prescrição de remédios como o Equagesic.

Devido a seu status de mito, começaram a circular teorias de que ele havia sido envenenado pelas Tríades, enquanto outros acreditavam que um cabal secreto de mestres de artes marciais matou Lee por ter revelado muitos segredos aos não-orientais, Lee dizia que através da artes marciais a cultura oriental teria a chance de ser respeitada e reconhecida.

Houve ainda rumores de uma maldição hereditária sobre a família Lee, que afetou mais um membro em 1993, quando o seu filho, Brandon Lee, foi morto em um acidente estranho durante as filmagens do filme O Corvo.

A explicação oficial é que Bruce Lee teve uma reação adversa aos remédios que havia tomado para a sua dor de cabeça, o que causou um edema cerebral, matando o ator.

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Assim como Marilyn Monoe, Elvis Presley também teria morrido de overdose em 1977, mas muitos fãs levantam outras possibilidades, como assassinato, para morte do astro - fora a famosa teoria de que ele ainda estaria vivo.

Na noite de 15 de agosto Elvis vai ao dentista por volta das 11:00 da noite, algo muito comum para ele. De madrugada ele volta a Graceland, joga um pouco de tênis e toca algumas canções ao piano, indo dormir por volta das 4 ou 5 da madrugada do dia 16 de agosto. Por volta das 10 horas Elvis teria se levantado para ler no banheiro. O que aconteceu desse ponto até por volta das duas horas da tarde é um mistério. O desenlace ocorreu, possivelmente, no final da manhã, no banheiro de sua suíte, na mansão Graceland, na cidade de Memphis, no Tennessee. Os fatores predisponentes sistêmicos, os hábitos cotidianos e as circunstâncias que culminaram com a morte de Elvis Presley, são dos pontos mais polêmicos e controvertidos entre seus biógrafos e fãs. Elvis só foi encontrado morto no horário das duas horas da tarde por sua namorada na época, Ginger Alden. Logo após, o seu corpo é levado ao hospital "Memorial Batista" e sua morte confirmada.

A morte de Elvis Aaron Presley no dia de 16 de agosto de 1977, causada por colapso fulminante associado à disfunção cardíaca, surpreendeu o mundo, provocando comoção como poucas vezes fora vista em nossa cultura. Os fãs se aglomeraram em maior número em frente a mansão. As linhas telefônicas de Memphis estavam tão congestionadas que a companhia telefônica pediu aos residentes para não usarem o telefone a não ser em caso de emergência. As floriculturas venderam todas as flores em estoque. O velório aconteceu no dia 17. Alguns, dos milhares de fãs, puderam ver o caixão por aproximadamente 4 horas.

O que está provado é que ele se viciou em medicamentos, perdendo totalmente o controle a partir dos anos 70, quando o dr. George Nickopoulos receitava abusivas doses de medicamentos para Elvis, culminando assim na sua morte em 1977. O referido médico foi levado ao Tribunal em 1981, acusado de receitar a Elvis um tratamento médico "ultrajante", mas foi absolvido. O fato é que Elvis era uma pessoa altamente complexa em sua vida pessoal e artística, uma pessoa de temperamento difícil, transformava-se de um instante para outro de uma pessoa alegre, simpática e falante em uma pessoa carrancuda e até mesmo infeliz; era, segundo pessoas próximas, hipocondríaco, o que talvez explique sua paranóia pela leitura de bulas de remédios e a alta quantidade de remédios que ingeria, tinha problemas no cólon (descolamento), o que lhe causava horríveis dores, além de problemas no fígado, essas enfermidades deterioraram todo o seu organismo e provocaram o mal cardíaco culminando com sua morte. Segundo J. D. Sumner, Elvis relatou em certa ocasião que tinha a impressão que não alcançaria os 50 anos de idade, pelo fato de outros familiares terem falecido antes de completar essa idade.

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A atriz Natalie Wood estava andando de barco com seu marido Robert Wagner e o amigo Christopher Walken em 1981 quando foi encontrada morta a cerca de uma milha de distância do barco. Os dois juraram inocência e a suspeita recaiu sobre uma simples queda, mas o caso nunca foi esclarecido totalmente.

Natalie tinha muito medo de morrer afogada após uma cigana ter previsto o destino dela à sua mãe e disse "pra ela ter medo da água escura". Ela dizia em entrevistas que amava ficar envolta em água, mas não dentro dela. Ironicamente, o seu maior temor foi a causa de sua morte, em circunstâncias nunca esclarecidas.

A atriz norte-americana e o segundo marido, Robert Wagner, foram passar o fim de semana do Dia de Ação de Graças a bordo do iate Splendour, na companhia de um convidado, o ator Christopher Walken.

Os três comeram num restaurante na ilha e regressaram ao iate para tomar uma bebida, quando uma violenta discussão terá começado entre Wagner e Walken.

Wood deixou então o convés e dirigiu-se à cabina principal, mas quando, pouco depois, Wagner desceu já não a viu. A atriz terá subido ao convés para lançar à água um pneumático e foi nesse local que foi encontrada afogada.

Natalie não sabia nadar, ela deixara o iate do marido, numa noite chuvosa, pegara um pequeno bote de borracha e se metera na escuridão da noite, após uma violenta discussão com Bob e o ator Christopher Walken, com quem estava filmando Brainstorm. Estranhamente Bob convidou-o a passar um fim de semana com o casal em seu iate "Splendour". Na noite da morte eles haviam consumido fartas quantidades de bebida alcóolica. Ela foi encontrada morta, boiando e o fato fora classificado como afogamento por acidente.

Em 2011 dados novos sobre o caso apareceram e foi anunciado que os investigadores do Condado de Los Angeles iriam reabrir o inquérito sobre a morte da atriz. Dennis Davern, capitão do iate em que Natalie Wood estava antes de morrer, admitiu em declaração juramentada ao Departamento de Polícia de Los Angeles ter dado sedativos à atriz, ao marido Robert Wagner e a Christopher Walken.

Devido a essa nova investigação, em junho de 2012 as autoridades resolveram alterar a causa da morte na certidão de óbito da atriz para "indeterminada". Em janeiro de 2013, segundo um relatório divulgado pelo Instituto Médico Legal de Los Angeles, A atriz Natalie Wood tinha hematomas em seus braços e pulsos e arranhões no pescoço quando o corpo dela foi retirado do oceano Pacífico em 1981, o que sugere que ela foi ferida antes de cair na água, entretanto, o xerife se recusa a discutir qualquer nova evidência que for descoberta.

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Marvin Gaye morreu com um tiro dado por seu pai, mas nunca ficou claro se foi homicídio ou suicídio. A teoria mais aceita é que o cantor pediu para que seu pai o matasse, pois estava doente à época.

Ele ameaçou cometer suicídio diversas vezes, depois de numerosas e amargas brigas com seu pai, o pastor evangélico Marvin Pentz Gay Sr. Em 1 de abril de 1984, um dia antes de completar seu 45º aniversário, Marvin foi assassinado com um tiro por seu próprio pai, após uma briga iniciada quando os pais de Gaye discutiam sobre a perda de documentos de negócios. A ironia é que Gaye foi morto por uma arma calibre 12 que ele próprio havia dado de presente para seu pai. Marvin Pentz Sr. foi condenado a seis anos de prisão, após ser declarado culpado por homicídio. A acusação de assassinato foi abandonada após médicos descobrirem que ele estava com um tumor cerebral. Marvin Pentz Sr passou o final de sua vida em um asilo, onde morreria de pneumonia em 1998.

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Brandon Bruce Lee foi morto acidentalmente durante as gravações de O Corvo em 1993 atingido por um projetil o qual deveria estar carregado por festim

Uma das cenas filmadas para o filme requeria que uma arma fosse carregada, engatilhada e apontada para a câmara mas, por causa da curta distância do tiro, a munição carregada era de verdade mas sem pólvora. Após a realização desta cena, o assistente do armeiro limpou a arma para retirar as cápsulas, derrubando um dos projéteis no cano. A arma foi carregada com festim (que normalmente tem duas ou três vezes mais pólvora do que um projétil normal, para fazer um barulho alto). Lee entrou no set com um saco de supermercado contendo uma bolsa explosiva de sangue artificial. O projétil que estava preso no cano foi involuntariamente disparado em Lee, atravessando o saco que ele trazia, causando perfurações em seus órgãos internos e partindo sua coluna vertebral, causando sua morte por hemorragia interna, mesmo com a desesperada tentativa de uma cirurgia de seis horas para retirar a bala. Houve rumores de que os negativos com a filmagem de sua morte teriam sido destruídos sem que nunca fossem revelados. No entanto, segundo fontes extra-oficiais, a trágica cena foi incluída na edição final do filme. Existe praticamente um consenso entre os defensores dessa tese a respeito de qual é a tétrica cena: trata-se do momento em que Eric Draven, o personagem de Brandon, é alvejado por diversos policiais e o impacto do tiro que o matou arremessa o seu corpo para trás, fazendo com que ele atravesse a janela às suas costas. É provável que realmente seja essa cena, pois há uma nítida incoerência na continuidade: Eric, alvejado, atravessa a janela de costas e está caindo em direção ao chão, mas na tomada seguinte (quando os estilhaços do vidro ainda estavam caindo ao solo) ele já está ereto e se agarra ao parapeito da sacada do prédio, inclusive já estando de frente para o mesmo, algo que seria inteiramente impossível. Em toda a sequência seguinte à cena da quebra da janela, quando Eric foge da perseguição policial, o seu rosto não é focalizado em momento algum pela câmera, exceto já quase ao final da mesma e de forma bem rápida e ainda estando parcialmente encoberto, quando ele se levanta após uma queda. Em slow-motion, no entanto, é possível verificar que o rosto do ator que interpreta Eric Draven naquele momento não tem nem sequer a mais remota semelhança com a fisionomia de Brandon, sendo que nesta cena não se fazia necessária a presença de um dublê, pois não se trata de uma cena perigosa, apenas se levanta do chão e sai andando. Após sua morte The Crow ainda teve continuidade, porém, sem o expressivo sucesso do primeiro filme.

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Ator de vários projetos de David Lynch, Jack Nance foi encontrado morto em 1996, vítima de uma pancada na cabeça. Acredita-se que ele tenha sido assassinado em uma briga, mas nunca prenderam os culpados.

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JonBenét Ramsey era uma modelo infantil e famosa competidora de concursos de beleza que foi assassinada em sua casa no Colorado aos seis anos de idade, em 1996. A suspeita recaiu sobre os pais dela, mas eles nunca foram presos. O pai chegou a confessar o crime, mas foi solto após testes de DNA mostrarem que ele nunca esteve na cena do crime, e que uma terceira parte estava envolvida no caso.

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Brittany Murphy foi encontrada inconsciente no chuveiro, pela mãe em 20 de dezembro de 2009. A causa primária da morte foi pneumonia, agravada pela anemia por deficiência de ferro.

Às 8:00 do dia 20 de dezembro de 2009, o Departamento de Bombeiros de Los Angeles respondeu a uma chamada na residência de Brittany e Monjack. A atriz foi encontrada inconsciente no chuveiro, pela mãe. Segundo esta, Brittany passara o dia inteiro no quarto, indo a toda hora ao banheiro vomitar. A mãe disse ainda que Brittany estava se achando mais magra do que pretendia ser, porém, duvidava que sua morte houvesse sido provocada por overdose de remédios, dos quais a atriz tinha dependência. Os bombeiros tentaram reanimá-la no local, de onde foi então transportada até o Centro Médico Cedars-Sinai. Ao dar entrada no hospital, foi declarada morta às 10:04 após sofrer uma parada cardiorrespiratória. A causa primária da morte foi pneumonia, agravada pela anemia por deficiência de ferro.

Em 23 de Maio de 2010, cinco meses depois do falecimento de Brittany, seu marido, Simon Monjack, foi encontrado morto em casa, em Los Angeles, aparentemente por pneumonia aguda e anemia profunda.

Em 11 de janeiro de 2012, Angelo Bertolotti pediu ao Tribunal Superior da Califórnia, solicitar ao Gabinete de Los Angeles County para entregar as amostras de cabelo de sua filha que foi feito em testes independentes. A ação foi julgada improcedente em 19 de julho de 2012, após Bertolotti não aparecer em duas audiências. Alguns meses depois, em 18 de novembro de 2013, um novo laudo que foi emitido pelo laboratório The Carlson Company, contratado pelo pai da atriz, apontou níveis muito acima do normal de pelo menos dez metais pesados, tanto no organismo de Murphy quanto de seu marido Monjack. O resultado indica que ambos podem ter sido envenenados.