O que parece uma simples pergunta, na verdade, é de uma complexidade enorme.
Especificamente para esta criança, em um País tão avançado como a Noruega, é
certo que ajudaria, pois lá, um caso como este deve surgir a cada 5 anos.
Para uma pessoa que esteja na Síria, por exemplo, ajudar já se torna impossível,
já que não existe como achar solução para os milhares de casos ao seu redor, no
meio de bombas a chover e a gás respirar.
Mesmo em países onde não existe guerra, a coisa é complicada. Aqui no Rio de
Janeiro, por exemplo, uma pessoa que vá à rua com intenção de ajudar crianças
carentes, irá passar as 24 horas do dia e não conseguirá seu objetivo, visto que
a quantidade de crianças em situação crítica é muito grande, e o Governo prefere
construir portos em Cuba e Universidades na África, ao invés de a estas crianças
oferecer algum conforto.
