
O capítulo final da trilogia A Liga Extraordinária: Século, 2009 chegou acompanhado de uma bela polêmica, do jeito que seu autor, Alan Moore, gosta.
O desfecho da trama, em que a Liga Extraordinária tenta impedir o nascimento do Anticristo, trata de deixar evidente que esse ser maligno é Harry Potter.
Embora não sejam dados nomes, a atribuição da figura do anticristo ao mago segue o padrão da série, em que são comuns referências à cultura popular da época em que se passa a história. Como a figura de Potter é protegida por direitos autorais, Alan Moore e Kevin O'Neill deixam apenas indícios.
Na história de 2009, o personagem Thomas Riddle – nome de Voldemort na série de livros de J.K. Rowling – entra numa plataforma de trem que fica entre duas outras plataformas na estação King's Cross para chegar a uma escola para crianças e vira o tutor do anticristo. A semelhança com a história de Harry Potter ganha contornos escandalosos quando se sabe que o garoto-anticristo solta raios do próprio pênis.
Ainda sem lançamento no Brasil, A Liga Extraordinária: Século: 2009 não deve tardar, a exemplo do que ocorreu como volume da anterior, 1969, lançado por aqui apenas três meses após a original.
Fonte: ZeroHora