Uma queda em casa mudou a vida de uma mulher de Aveiro. A lesão que se resolveria com uma operação em dois meses já vai com três anos de atraso no hospital. Emília ficou com uma mão morta aos 40 anos.
Uma mulher processou o hospital de Aveiro e cinco médicos por negligência por ter ficado incapacitada de uma mão após um acidente doméstico que lhe cortou os tendões, em 2010. Segundo especialistas, para recuperar, Emília Nunes, de 40 anos, deveria ter sido operada em dois meses, mas três anos depois continua à espera da intervenção cirúrgica, que nesta altura não fará mais do que evitar sequelas da mão morta.
Emília Nunes, de 40 anos





